Maria João concretizou uma «aventura absoluta» através da música popular brasileira com a edição de «João», um álbum em nome próprio e feito apenas de escolhas «afectuosas e intuitivas».
Maria João descreveu este álbum como a «oportunidade finalmente concretizada de cantar música brasileira, um amor que foi crescendo e surpreendendo».
«João», nome pelo qual a cantora é carinhosamente conhecida pelos amigos, reúne 14 temas retirados do rico cancioneiro musical brasileiro, incluindo os seus autores e intérpretes «heróis e heroínas», como Chico Buarque, Edu Lobo, Elis Regina e Pixinguinha.
Acompanhada pelos músicos Yiuri Daniel (contrabaixo), Mário Delgado (guitarra), Alexandre Frazão (bateria) e Eleonor Picas (harpa), Maria João gravou o álbum no Porto, no estúdio de Mário Barreiros e contou com a colaboração de Miguel Ferreira, dos Clã, nos arranjos dos temas.
Do repertório escolhido varia-se entre temas compostos por Tom Jobim e Chico Buarque («Retrato em Branco e Preto»), Carlinhos Brown e Marisa Monte («ECT»), Baden Powell e Vinicius de Moraes («Canto de Ossanha»), Zequinha de Abreu («Tico-Tico no Fubá») e Marcelo Camelo, dos Los Hermanos («A Outra»).
«João» é ainda a primeira experiência a solo de Maria João depois de 12 anos em parceria com o pianista Mário Laginha.
A acompanhar a edição do álbum saiu também um DVD com alguns dos temas de «João» registados ao vivo no cabaret Maxime, em Lisboa.
Feito o álbum, o próximo passo é a divulgação ao vivo, com um primeiro concerto na sexta-feira no Theatro Circo, de Braga, seguindo-se actuações em Leiria, Lisboa, Portalegre.
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16/04/07
05/04/07
Além Fronteiras...
Poemas de Camões, Sophia de Mello Breyner Andresen, Manuel Alegre, Fernando Pessoa e Vitorino Nemésio vão ser lidos em Maio, em Washington, no âmbito da iniciativa “European Poetry in Motion” promovida pela União Europeia. Além dos portugueses, serão lidos também, no mesmo período, poemas de autores dos restantes 26 estados membros da União.
Esta iniciativa, organizada pela representação da Comissão Europeia na capital norte-americana com a colaboração dos 27 estados, enquadra-se nas comemorações do cinquentenário dos Tratados de Roma, que fundaram a UE. Assim, ao longo do próximo mês de Maio serão lidos cinco poemas de cada país na língua original e numa tradução inglesa no Metropolitano e nos autocarros de Washington.
No caso de Portugal serão lidos excertos de «Os Lusíadas», de Camões; «Mar», de Sophia de Mello Breyner Andresen; «Coração Polar», de Manuel Alegre; «Chuva Oblíqua», de Fernando Pessoa; e «Áspera Vida», de Vitorino Nemésio.
Contrariamente a Espanha, que divulgará apenas poemas de autores já falecidos, Portugal inclui na sua lista um poeta ainda vivo, Manuel Alegre, deputado do Partido Socialista.
As participações dos restantes países não são ainda conhecidas. Informações pormenorizadas sobre o evento estarão em breve disponíveis aqui.
Esta iniciativa, organizada pela representação da Comissão Europeia na capital norte-americana com a colaboração dos 27 estados, enquadra-se nas comemorações do cinquentenário dos Tratados de Roma, que fundaram a UE. Assim, ao longo do próximo mês de Maio serão lidos cinco poemas de cada país na língua original e numa tradução inglesa no Metropolitano e nos autocarros de Washington.
No caso de Portugal serão lidos excertos de «Os Lusíadas», de Camões; «Mar», de Sophia de Mello Breyner Andresen; «Coração Polar», de Manuel Alegre; «Chuva Oblíqua», de Fernando Pessoa; e «Áspera Vida», de Vitorino Nemésio.
Contrariamente a Espanha, que divulgará apenas poemas de autores já falecidos, Portugal inclui na sua lista um poeta ainda vivo, Manuel Alegre, deputado do Partido Socialista.
As participações dos restantes países não são ainda conhecidas. Informações pormenorizadas sobre o evento estarão em breve disponíveis aqui.
03/04/07
Jim Jarmuch na Cinemateca ("Melancólica Independência")
A Cinemateca vai receber, até 19 de Abril, um ciclo dedicado ao realizador Jim Jarmusch.
No total, serão 11 as obras de Jim Jarmuch a exibir. Será ainda rodado um documentário de Mika Kaurismaki sobre o “Filme que nunca se chegou a fazer” de Samuel Fuller.
A retrospectiva “Jim Jarmusch: Melancólica Independência”, organizado pela Cinemateca Portuguesa teve ontem início, com "Down By Law".
O seu segundo filme, “Para Além do Paraíso”, vai ser exibido amanhã, às 21h30. Segue-se “Mistery Train”, no dia 10, pelas 21h30, um filme sobre um casal de japoneses fascinados com Elvis Presley.
No dia 11, será exibido “Noite na Terra”, um filme em episódios, em diferentes cidades e com desequilíbrios evidentes. E no dia seguinte, dia 12, “Homem Morto”, de 1995, demonstra a mudança de rumo do realizador, que conta uma história protagonizada por Johny Deep, nalguns momentos semelhante ao universo de Tim Burton.
Em “Ghost Dog”, transmitido dia 16, pelas 19h00, Forrest Whitaker é um yakuza negro, numa homenagem estilizada ao cinema oriental e à ética dos samurais
No total, serão 11 as obras de Jim Jarmuch a exibir. Será ainda rodado um documentário de Mika Kaurismaki sobre o “Filme que nunca se chegou a fazer” de Samuel Fuller.
A retrospectiva “Jim Jarmusch: Melancólica Independência”, organizado pela Cinemateca Portuguesa teve ontem início, com "Down By Law".
O seu segundo filme, “Para Além do Paraíso”, vai ser exibido amanhã, às 21h30. Segue-se “Mistery Train”, no dia 10, pelas 21h30, um filme sobre um casal de japoneses fascinados com Elvis Presley.
No dia 11, será exibido “Noite na Terra”, um filme em episódios, em diferentes cidades e com desequilíbrios evidentes. E no dia seguinte, dia 12, “Homem Morto”, de 1995, demonstra a mudança de rumo do realizador, que conta uma história protagonizada por Johny Deep, nalguns momentos semelhante ao universo de Tim Burton.
Em “Ghost Dog”, transmitido dia 16, pelas 19h00, Forrest Whitaker é um yakuza negro, numa homenagem estilizada ao cinema oriental e à ética dos samurais
02/04/07
Hoje, dia 2 de Abril, comemora-se o Dia do Internacional do Livro Infantil.
A mensagem deste ano foi "encomendada" a Magaret Mahy (Nova Zelândia), autora de livros para crianças e romances juvenis.
Margaret Mahy foi distinguida em 2006 com o Prémio Hans Christian Andersen do International Board on Books for Young People, o mais importante prémio atribuído a um autor de literatura infanto-juvenil.
Em Portugal, a mensagem oficial do Dia Internacional do Livro Infantil foi divulgada pela Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil.
Assim, e para assinalar este dia, a escritora Margaret Mahy começou por destacar que as boas histórias «devolvem-nos a nós mesmos», fazendo «o mundo de todos os dias alterar-se um pouco». Admitindo que «há hoje muitas maneiras de contar uma história» e que «os filmes e a televisão têm histórias para contar», a autora sublinha que estes não usam a linguagem «da maneira como o fazem os livros».
«Mergulhar nos livros à procura de alguma coisa, lendo-os e relendo- os, faz parte da viagem de cada leitor. A aventura do leitor consiste em descobrir uma história tão vibrante que o transforme como que por magia», observa a autora.
Na sua opinião, «cada leitor vive para esse momento em que, de súbito, o mundo de todos os dias se altera um pouco, abre espaço a uma nova piada, a uma ideia nova, àquela nova possibilidade que é dada a uma determinada verdade de se exprimir pelo poder das palavras».
Margaret Mahy, de 70 anos, bibliotecária que decidiu dedicar-se a tempo inteiro à escrita em 1980, conclui a sua mensagem com uma pergunta: »A leitura é verdadeiramente apaixonante, não acham?«.
“A idade Média para Principiantes” é um novo livro assinado por Jacques Le Goff, historiador francês.
A Idade Média, segundo os historiadores, começa em 476, quando morre o último Imperador de Roma, e termina em 1453, quando os turcos tomam Constantinopla (actual Istambul), um período onde a par das perseguições religiosas e das guerras, designadamente as cruzadas, se terá esboçado a identidade europeia. Pelo menos é o que defende o historiador francês.
Le Goff salienta ainda o facto de ser este período da História que tem inspirado alguns dos títulos literários e cinematográficos de maior sucesso, propondo-se «explicar o que foi a Idade Média e o que ela deve representar para nós».
O livro, de 167 páginas, está estruturado no esquema «pergunta - resposta» com textos intercalares sobre a realidade portuguesa da autoria de Paulo Esmeraldo Catarino Lopes. Le Goff inclui ainda uma «cronologia abreviada» e uma bibliografia de consulta.
Jacques Le Goff, de 82 anos, natural de Toulon, é um especialista em História da Idade Média, tendo sucedido, em 1972, a Fernand Braudel na direcção da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris.
Integrando a corrente científica iniciada por Marc Bloch e Lucien Febvre, «les annales», é autor de numerosas obras, entre elas, «Os intelectuais na Idade Média», «A Civilização do Ocidente Medieval», «O Imaginário Medieval» e «Para um novo conceito de Idade Média - Tempo, Trabalho e Cultura no Ocidente», que transformaram o pensamento histórico sobre a Idade Média, apelidada outrora como «idade das trevas».
Os serviços de Babysitting nos teatros portugueses não têm resultado.
Ao que parece, o receio de deixar as crianças com estranhos e a falta de hábito são alguns dos motivos evocados por responsáveis de salas de espectáculos para a fraca adesão do público aos serviços de baby-sitting existentes em alguns teatros.
O Cine-Teatro de Estarreja, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, o Teatro Viriato, em Viseu, e o Teatro Taborda, em Lisboa, são as quatro estruturas que, a nível nacional, oferecem aos espectadores este tipo de serviço.
No caso concreto do Teatro Viriato, em Viseu, este serviço chama-se «Espaço das Crianças» e tem uma lotação mínima de três e máxima de 15 crianças. O serviço requer uma inscrição prévia e custa três euros. Mas, à semelhança dos outros teatros, também em Viseu a adesão a este serviço tem sido fraca.
No Teatro Municipal da Guarda, o TMG, este serviço chegou mesmo a existir, mas devido à inexistência de pedidos, o TMG acabou por cancelá-lo.
Contudo, e também talvez por isso, a verdade é que este serviço de babysitting não está, na verdade, disponível na maioria dos espaços culturais do país.
E nós, na Tabacaria, também ainda não dispomos do serviço. Mas já dispomos de um blogue :)
O documentário que nos é tão familiar, «Ainda há pastores?», do realizador Jorge Pelicano, foi seleccionado para competir no festival Ecofilms na Ilha de Rodes, Grécia, em Junho.
Isto, depois de recentemente o filme ter conquistado o primeiro prémio na categoria “Atlântico”, no Festival Internacional de documentário de Tui, na Galiza.
O “Ainda há pastores?”começou a ser rodado há cinco anos e estreou no canal de televisão SIC Notícias em 2006.
Em Outubro de 2006, o documentário participou no festival Cine`Eco, onde foi distinguido com o Prémio Lusofonia - melhor obra a concurso produzida e realizada em país lusófono.
O filme/documentário tem vindo a realizar uma digressão por todo o país e recebeu honras na SIC.
Jorge Pelicano, que de resto, estudo na Guarda, reside actualmente em Coimbra, onde trabalha como repórter de imagem free-lancer para a SIC. Para construir este “Ainda há pastores?”, financiou o seu próprio projecto e mais tarde conseguiu alguns patrocínios de empresas privadas. Para já, Jorge Pelicano deverá continuar a trabalhar na área do documentário, preferencialmente, diz o próprio, para mostrar histórias da realidade cultural portuguesa.
Entretanto, “Ainda há pastores?” vai somando sucessos. E agora além fronteiras.
Este é um filme que a nós muito nos diz, por ser uma viagem de uma simplicidade adorável e em tudo comovente - quase agridoce - da realidade dos pastores de Casais de Folgosinho, no concelho de Gouveia. Um retrato fidedigno das nossas raízes da Estrela.
A Ex-vocalista dos irlandeses Cranberries vai editar um álbum a solo em Maio. Este será o primeiro trabalho a solo de Dolores O`Riordan e vai estar nas lojas a 7 de Maio. O registo chamar-se-á “Are You Listening?” e do alinhamento do disco constam 12 canções.
Também Viviane tem um novo disco – o seu segundo álbum a solo. O registo, homónimo, sucede a «Amores Imperfeitos», lançado em 2005. O single de apresentação é «Estes dias sem ti». Produzido e gravado por Viviane e Tó Viegas no estúdio ZIPMIX,o disco conta com a participação de músicos como Yuri Daniel (contrabaixo), Raimundo Seixas e Miguel Drago (guitarra portuguesa), Celina da Piedade e Nelson Conceição (acordeão), Paulo Borges (acordeão e piano), Luís Simões (baixo acústico), Rui Freire (bateria), Tó Viegas (guitarra portuguesa/guitarra acústica) e Mário Riva ( voz em «Serenata à chuva»).
Os poemas das canções são de Fátima Murta, Fernando Cabrita, José Medeiros, Luis Duarte, Rosa Alice Branco e Vasco Graça Moura.
O documentário português «Waiting for Europe/à Espera da Europa», de Christine Reeh, conquistou o prémio Best Internacional Documentary no Festival Internacional New York Independent Film and Vídeo.
Criado em 1993, este festival dedicado ao cinema independente realiza-se nas cidades de Los Angeles e Nova Iorque em momentos diferentes.
«Waiting for Europe» também foi, de resto, seleccionado para a secção de competição que decorrerá em Nova Iorque, em Julho.
Rodado em Lisboa, Alcalá de Henares, Sófia e Blavoegrado, o filme, produzido pela C.R.I.M. Produções, acompanhou durante dois anos Vânia, uma imigrante do leste europeu, resultando num retrato intimista sobre a imigração feminina.
Partindo da experiência vivida por Vânia em Portugal, a realizadora alemã Christine Reeh retratou o fenómeno da imigração na perspectiva das mulheres, considerando que muitas não conseguem atingir a sua independência e só sobrevivem no país de acolhimento porque arranjam um namorado ou têm amigos que as apoiam.
Natural de Frankfurt, Christine Reeh vive há dez anos em Portugal, tem formação em artes e uma licenciatura em realização, constando já do seu curriculum vários documentários.
«Waiting for Europe» vai ser exibido a 17 de Abril em Évora, em 27 de Abril em Monção, e a 08 de Maio na Cinemateca do Luxemburgo, numa iniciativa conjunta da Associação de Apoio aos Trabalhadores Emigrantes, com o apoio da Associação de Amigos do 25 de Abril e das Associações de Imigrantes Portugueses e Búlgaros.
Mas para já, uma grande marca alcançada por Christine Ree: o galardão de Melhor Documentário Internacional no Festival Internacional New York Independent Film and Vídeo.
Os Placebo são a nova confirmação para o Creamfields Lisboa, que se realiza no dia 19 de Maio no Parque da Bela Vista. A banda londrina junta-se assim aos Prodigy, Spektrum, Soulwax e WhoMadeWho, entre outros nomes já confirmados para o evento.A banda liderada por Brian Molko, os Placebo, vão assim iniciar em Portugal uma digressão europeia que vai passar, logo a seguir, por Moscovo, poucos dias depois. O Creamfields Lisboa conta com três palcos e diversas áreas de diversão, estando também integrada no evento a edição deste ano do Olá Love2Dance. Os bilhetes para já estão à venda e custam €40 (até 18 de Abril), €45 (até 18 de Maio) e €50 (no dia do evento, 19 de Maio).
A mensagem deste ano foi "encomendada" a Magaret Mahy (Nova Zelândia), autora de livros para crianças e romances juvenis.
Margaret Mahy foi distinguida em 2006 com o Prémio Hans Christian Andersen do International Board on Books for Young People, o mais importante prémio atribuído a um autor de literatura infanto-juvenil.
Em Portugal, a mensagem oficial do Dia Internacional do Livro Infantil foi divulgada pela Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil.
Assim, e para assinalar este dia, a escritora Margaret Mahy começou por destacar que as boas histórias «devolvem-nos a nós mesmos», fazendo «o mundo de todos os dias alterar-se um pouco». Admitindo que «há hoje muitas maneiras de contar uma história» e que «os filmes e a televisão têm histórias para contar», a autora sublinha que estes não usam a linguagem «da maneira como o fazem os livros».
«Mergulhar nos livros à procura de alguma coisa, lendo-os e relendo- os, faz parte da viagem de cada leitor. A aventura do leitor consiste em descobrir uma história tão vibrante que o transforme como que por magia», observa a autora.
Na sua opinião, «cada leitor vive para esse momento em que, de súbito, o mundo de todos os dias se altera um pouco, abre espaço a uma nova piada, a uma ideia nova, àquela nova possibilidade que é dada a uma determinada verdade de se exprimir pelo poder das palavras».
Margaret Mahy, de 70 anos, bibliotecária que decidiu dedicar-se a tempo inteiro à escrita em 1980, conclui a sua mensagem com uma pergunta: »A leitura é verdadeiramente apaixonante, não acham?«.
“A idade Média para Principiantes” é um novo livro assinado por Jacques Le Goff, historiador francês.
A Idade Média, segundo os historiadores, começa em 476, quando morre o último Imperador de Roma, e termina em 1453, quando os turcos tomam Constantinopla (actual Istambul), um período onde a par das perseguições religiosas e das guerras, designadamente as cruzadas, se terá esboçado a identidade europeia. Pelo menos é o que defende o historiador francês.
Le Goff salienta ainda o facto de ser este período da História que tem inspirado alguns dos títulos literários e cinematográficos de maior sucesso, propondo-se «explicar o que foi a Idade Média e o que ela deve representar para nós».
O livro, de 167 páginas, está estruturado no esquema «pergunta - resposta» com textos intercalares sobre a realidade portuguesa da autoria de Paulo Esmeraldo Catarino Lopes. Le Goff inclui ainda uma «cronologia abreviada» e uma bibliografia de consulta.
Jacques Le Goff, de 82 anos, natural de Toulon, é um especialista em História da Idade Média, tendo sucedido, em 1972, a Fernand Braudel na direcção da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris.
Integrando a corrente científica iniciada por Marc Bloch e Lucien Febvre, «les annales», é autor de numerosas obras, entre elas, «Os intelectuais na Idade Média», «A Civilização do Ocidente Medieval», «O Imaginário Medieval» e «Para um novo conceito de Idade Média - Tempo, Trabalho e Cultura no Ocidente», que transformaram o pensamento histórico sobre a Idade Média, apelidada outrora como «idade das trevas».
Os serviços de Babysitting nos teatros portugueses não têm resultado.
Ao que parece, o receio de deixar as crianças com estranhos e a falta de hábito são alguns dos motivos evocados por responsáveis de salas de espectáculos para a fraca adesão do público aos serviços de baby-sitting existentes em alguns teatros.
O Cine-Teatro de Estarreja, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, o Teatro Viriato, em Viseu, e o Teatro Taborda, em Lisboa, são as quatro estruturas que, a nível nacional, oferecem aos espectadores este tipo de serviço.
No caso concreto do Teatro Viriato, em Viseu, este serviço chama-se «Espaço das Crianças» e tem uma lotação mínima de três e máxima de 15 crianças. O serviço requer uma inscrição prévia e custa três euros. Mas, à semelhança dos outros teatros, também em Viseu a adesão a este serviço tem sido fraca.
No Teatro Municipal da Guarda, o TMG, este serviço chegou mesmo a existir, mas devido à inexistência de pedidos, o TMG acabou por cancelá-lo.
Contudo, e também talvez por isso, a verdade é que este serviço de babysitting não está, na verdade, disponível na maioria dos espaços culturais do país.
E nós, na Tabacaria, também ainda não dispomos do serviço. Mas já dispomos de um blogue :)
O documentário que nos é tão familiar, «Ainda há pastores?», do realizador Jorge Pelicano, foi seleccionado para competir no festival Ecofilms na Ilha de Rodes, Grécia, em Junho.
Isto, depois de recentemente o filme ter conquistado o primeiro prémio na categoria “Atlântico”, no Festival Internacional de documentário de Tui, na Galiza.
O “Ainda há pastores?”começou a ser rodado há cinco anos e estreou no canal de televisão SIC Notícias em 2006.
Em Outubro de 2006, o documentário participou no festival Cine`Eco, onde foi distinguido com o Prémio Lusofonia - melhor obra a concurso produzida e realizada em país lusófono.
O filme/documentário tem vindo a realizar uma digressão por todo o país e recebeu honras na SIC.
Jorge Pelicano, que de resto, estudo na Guarda, reside actualmente em Coimbra, onde trabalha como repórter de imagem free-lancer para a SIC. Para construir este “Ainda há pastores?”, financiou o seu próprio projecto e mais tarde conseguiu alguns patrocínios de empresas privadas. Para já, Jorge Pelicano deverá continuar a trabalhar na área do documentário, preferencialmente, diz o próprio, para mostrar histórias da realidade cultural portuguesa.
Entretanto, “Ainda há pastores?” vai somando sucessos. E agora além fronteiras.
Este é um filme que a nós muito nos diz, por ser uma viagem de uma simplicidade adorável e em tudo comovente - quase agridoce - da realidade dos pastores de Casais de Folgosinho, no concelho de Gouveia. Um retrato fidedigno das nossas raízes da Estrela.
A Ex-vocalista dos irlandeses Cranberries vai editar um álbum a solo em Maio. Este será o primeiro trabalho a solo de Dolores O`Riordan e vai estar nas lojas a 7 de Maio. O registo chamar-se-á “Are You Listening?” e do alinhamento do disco constam 12 canções.
Também Viviane tem um novo disco – o seu segundo álbum a solo. O registo, homónimo, sucede a «Amores Imperfeitos», lançado em 2005. O single de apresentação é «Estes dias sem ti». Produzido e gravado por Viviane e Tó Viegas no estúdio ZIPMIX,o disco conta com a participação de músicos como Yuri Daniel (contrabaixo), Raimundo Seixas e Miguel Drago (guitarra portuguesa), Celina da Piedade e Nelson Conceição (acordeão), Paulo Borges (acordeão e piano), Luís Simões (baixo acústico), Rui Freire (bateria), Tó Viegas (guitarra portuguesa/guitarra acústica) e Mário Riva ( voz em «Serenata à chuva»).
Os poemas das canções são de Fátima Murta, Fernando Cabrita, José Medeiros, Luis Duarte, Rosa Alice Branco e Vasco Graça Moura.
O documentário português «Waiting for Europe/à Espera da Europa», de Christine Reeh, conquistou o prémio Best Internacional Documentary no Festival Internacional New York Independent Film and Vídeo.
Criado em 1993, este festival dedicado ao cinema independente realiza-se nas cidades de Los Angeles e Nova Iorque em momentos diferentes.
«Waiting for Europe» também foi, de resto, seleccionado para a secção de competição que decorrerá em Nova Iorque, em Julho.
Rodado em Lisboa, Alcalá de Henares, Sófia e Blavoegrado, o filme, produzido pela C.R.I.M. Produções, acompanhou durante dois anos Vânia, uma imigrante do leste europeu, resultando num retrato intimista sobre a imigração feminina.
Partindo da experiência vivida por Vânia em Portugal, a realizadora alemã Christine Reeh retratou o fenómeno da imigração na perspectiva das mulheres, considerando que muitas não conseguem atingir a sua independência e só sobrevivem no país de acolhimento porque arranjam um namorado ou têm amigos que as apoiam.
Natural de Frankfurt, Christine Reeh vive há dez anos em Portugal, tem formação em artes e uma licenciatura em realização, constando já do seu curriculum vários documentários.
«Waiting for Europe» vai ser exibido a 17 de Abril em Évora, em 27 de Abril em Monção, e a 08 de Maio na Cinemateca do Luxemburgo, numa iniciativa conjunta da Associação de Apoio aos Trabalhadores Emigrantes, com o apoio da Associação de Amigos do 25 de Abril e das Associações de Imigrantes Portugueses e Búlgaros.
Mas para já, uma grande marca alcançada por Christine Ree: o galardão de Melhor Documentário Internacional no Festival Internacional New York Independent Film and Vídeo.
Os Placebo são a nova confirmação para o Creamfields Lisboa, que se realiza no dia 19 de Maio no Parque da Bela Vista. A banda londrina junta-se assim aos Prodigy, Spektrum, Soulwax e WhoMadeWho, entre outros nomes já confirmados para o evento.A banda liderada por Brian Molko, os Placebo, vão assim iniciar em Portugal uma digressão europeia que vai passar, logo a seguir, por Moscovo, poucos dias depois. O Creamfields Lisboa conta com três palcos e diversas áreas de diversão, estando também integrada no evento a edição deste ano do Olá Love2Dance. Os bilhetes para já estão à venda e custam €40 (até 18 de Abril), €45 (até 18 de Maio) e €50 (no dia do evento, 19 de Maio).
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